3 de abril de 2015

16 dicas para não queimar sua imagem nas redes sociais

Redes Sociais


As redes funcionam como uma vitrine e o impulso comunicativo pode manchar a reputação na vida profissional. Engana-se quem pensa que os recrutadores ignoram os perfis sociais, como Facebook, Instagram e Twitter. Segundo um estudo do CareerBuilder, site americano de recrutamento, 51% dos 2 138  empregadores entrevistados desistem de contratar um candidato após verificar suas postagens. Mesmo quem não está atrás de emprego deve tomar cuidado: chefes e colegas observam como andam as publicações alheias

Para não cair em armadilhas e correr o risco de virar meme, siga as regras para preservar (e melhorar) sua imagem virtual. 

1- Use ferramentas de privacidade 

A lista de amigos não é homogênea: tem chefes, ex-chefes, colegas e pessoas mais íntimas. Cada grupo pede um tipo diferente de mensagem. O Facebook cria filtros e listas que podem ser aplicados nos posts. Isso permite que alguém selecione só os amigos para compartilhar a foto do Réveillon, e só os colegas quando quiser postar um texto corporativo. 

2 - Pense antes de publicar

As linhas do tempo são lotadas de informações. Mas nem todas foram revisadas antes de ser publicadas. A consequência? Posts com informações falsas e erros de português.  "Não é porque a internet é veloz que temos de nos posicionar com a mesma rapidez", diz Bia Granja, do site Youpix, especializado em internet.

3-  Reclame na medida

As redes sociais viraram um grande SAC da vida, com gente que usa os perfis só para desabafar. Reclamar de vez em quando é normal, mas ser resmungão transmite uma imagem ruim. "Nenhum recrutador verá com bons olhos uma pessoa que está o tempo todo insatisfeita com tudo", diz Ana Luiza Mano, fundadora do grupo Psicólogos da Internet, de São Paulo. 

4- Diminua a ostentação

Há a impressão de que, na internet, todo mundo é feliz e só faz coisas incríveis. Postar imagens de viagens, restaurantes, sapatos novos e festas em excesso passa a impressão de ostentação.

O marketing pessoal exagerado não cola. Profissionais que se autopromovem assim dão a entender que não assumem falhas. 

5 - Pegue leve nas críticas às empresas 

Todo cliente lesado por algum serviço ou produto tem o direito de ficar bravo e reclamar. Desde que seja no lugar certo. Melhor falar sobre o problema com a empresa ou em sites voltados para reclamações.

Por mais que esteja irritado, mantenha a cordialidade: pode ser que, daqui a um tempo, você pleiteie uma vaga na empresa com a qual brigou. 

6- Lembre-se que a zoeira tem limites 

Até os mais bem-humorados precisam ter noção. Às vezes, uma piada pode ofender — mesmo que essa não tenha sido a intenção. Avalie o tom do post e nunca faça comentários ofensivos disfarçados de piadas.

Brincar com as minorias está fora de cogitação: as empresas valorizam quem sabe lidar com a diversidade. 

7 - Analise as redes

Cada rede tem um perfil específico que deve ser levado em conta. Não pega bem postar convite para seu aniversário no LinkedIn ou compartilhar seu currículo no Facebook. 

8 - Publique com moderação

Crie uma rotina para seus posts e uma frequência tolerável para se expor online. Quem escreve demais parece que está viciado, comportamento que pode prejudicar a produtividade e ser malvisto pelos chefes. 

9 -Seja coerente

As redes sociais devem refletir quem você é na vida real. Não adianta se esconder atrás da tela e criar uma imagem diferente da mostrada no trabalho.

As pessoas percebem a incoerência e ficam em dúvida sobre a personalidade. Preste atenção também nos seus contatos: não adianta tomar cuidado com o perfil se todos os seus amigos parecem ser exatamente o contrário de quem você é.

10 - Saiba que o anonimato é lenda

Antes de publicar qualquer coisa, imagine se teria coragem de dizer aquilo pessoalmente, sem se envergonhar ou se arrepender no futuro. Na dúvida, apague o que escreveu. Essa atitude demonstra maturidade e o entendimento de que nem tudo precisa ser compartilhado. 

11 - Controle as emoções

Todo mundo perde a cabeça e fala bobagem. Só que na internet o escorregão, às vezes, fica imortalizado. Respire fundo antes de se manifestar. Responder com classe a uma provocação impressiona os chefes, pois significa inteligência emocional.

12 - Evite falar sobre sua empresa

Se estiver com um problema no seu trabalho, não espalhe nas redes. Fazer isso não soluciona nada e só gera mal-estar — além de mostrar que o profissional não tem maturidade para chamar o chefe para conversar e tentar resolver a questão. 

13- Cuidado com a linguagem

Vários mal-entendidos ocorrem porque as palavras para certos posts não foram bem escolhidas e possuem um tom indelicado ou irritado. Evite caixas altas, por exemplo, que são consideradas gritos na internet. 

14 - Mantenha a discrição

Se a discussão com um de seus contatos ficar mais séria, opte por uma conversa particular para evitar a exposição de seus problemas ou pontos de vista polêmicos. Discrição na hora de resolver pendências é uma competência essencial em momentos de crise. 

15- Leia a política de privacidade 

As empresas têm regras claras para o uso das redes sociais no ambiente corporativo. Descobrir qual é o código de conduta adotado pelo local onde trabalha minimiza erros, como compartilhamento de informações sigilosas.

16 - Saia da bolha

A dinâmica das redes contribui para que apenas conteúdo parecido com o que você posta apareça na linha do tempo. Isso colabora para que as pessoas ignorem que existem opiniões e assuntos diferentes.

É importante dar valor a informações que não fazem parte do dia a dia.  

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26 de janeiro de 2015

Legalização Consultório ou Clínicas de Fisioterapia

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Para Legalização Consultório ou Clínicas de Fisioterapia (Fisioterapeutas) providenciamos seu Alvará da Vigilância Sanitária (CMVS), Alvará de Funcionamento Prefeitura) em 2 dias. Fazemos seu CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) e sua LIMPURB (Coleta Lixo clínica/Consultório) em 3 dias. Solicite Visita de nossos Consultores ou envie os documentos necessários por e-mail.

 Legalização Consultório ou Clínicas de Fisioterapia:

  •  Alvará da vigilância
  •  CNES (Cadastro Nacional Estabelecimento de Saúde)
  •  Alvará de funcionamento
  •  LIMPURB
  •  Receituários
  • CCM  Pessoa Física

 

CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde, documento necessário para os médicos se credenciarem com os convênios e manterem os convênios que já atende exigido pela ANS (Agência Nacional de Saúde), também agora exigido para atender reembolso, ou seja se você forneceu recibo para alguém que tenha reembolso, este só receberá de seu convênio caso o recibo possua o número de seu CNES.

 

Documento necessário para tirar – Protocolo do alvará da vigilância

 

Alvará da Vigilância Sanitária – Exigido a qualquer profissional da área da saúde para poder atender, caso o estabelecimento receba visita e não tenha este doc. é multado, além do mais, para tirar o CNES é exigido o alvará da vigilância. Lembrando que caso receba visita e não possua este Documento ou nem mesmo o protocolo o mesmo e multado. Para tirar o Alvará da Vigilância – Pessoa Física – CRM (Medicos), ou Carteira de Classe. Se for Pessoa Jurídica –Acrescer CNPJ e Contrato Social da Empresa.

 Alvará de Funcionamento – Exigido para abrir qualquer Consultório ou Clínicas, e é importante para renovação do CREMESP, necessario para o Credenciamento de Convênios, Extensões, Bancos, Empréstimos, etc…. Lembrando que caso receba visita dos fiscais da prefeitura e não Tenha o Protocolo ou o Alvará, voce sera multado, uma vez que a fiscalização se intensificou, justamente para todos se legalizarem.

Para tirar – Pessoa Jurídica – CRM ou Carteira de Classe, CNPJ, capa do IPTU e CT Social. Pessoa física – CRM ou Carteira de Classe, Capa do IPTU.

Fonte

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26 de novembro de 2014

10 dicas para garantir a sua estabilidade e sucesso financeiro

moedas de euro

Como com qualquer objectivo, conseguir estabilizar as suas finanças e, porque não, aumentá-las, requer a aquisição e o desenvolvimento de bons hábitos financeiros. Seja liquidar dívidas, aumentar os rendimentos ou criar um fundo de emergência, a meta a atingir é igual para todos nós: estabilizar ou até aumentar a segurança financeira da nossa família. Estas 10 dicas vão ajudá-lo a conquistar esse passo importante da sua vida.

  1. Poupança automática. Esta deve ser a sua grande prioridade, principalmente se ainda não tem um fundo de emergência sólido e consolidado. E, enquanto prioridade, deve ser a primeira "conta" que paga todos os meses, ou seja, programe uma transferência automática entre a conta à ordem e a conta poupança no dia em que recebe o vencimento. Uma vez accionada, não tem de voltar a pensar no assunto, acontece todos os meses, quase por magia!
  2. Controle os seus gastos impulsivos. É um dos nossos maiores problemas e manifesta-se das mais variadas formas: jantar fora, vestuário, compras online… e pode ser uma enorme fonte de desequilíbrio no nosso orçamento mensal. Em excesso, pode mesmo arruinar a nossa vida financeira. Faça um balanço das suas compras mensais, analisando bem quais são os seus grandes excessos e como pode limitá-los.
  3. Avalie as suas despesas e saiba poupar. Se nunca registou as suas despesas, o mais certo é chegar ao fim do mês sem saber aonde e em que gastou tanto dinheiro! Acontece a todos nós! Para poder analisar melhor a forma como gasta o orçamento mensal, guarde os recibos e/ou registe todas as compras que efectuar durante o mês. No final, vai perceber depressa em que áreas está a gastar demais e, depois, é apenas uma questão de começar a eliminar o desnecessário.
  4. Invista no seu futuro. Se é jovem, provavelmente não pensa muito na reforma, mas é importante! Embora pense que esse é um assunto em que apenas tem de começar a pensar daqui a alguns anos, a verdade é que deve começar já! Imagine o volume dos seus investimentos se iniciar a poupança reforma quando estiver na casa dos 20-30, em vez de esperar até aos 40 anos de idade, por exemplo. Existem muitos serviços de poupança reforma no mercado, por isso, faça alguma pesquisa, mas o essencial é começar já!
  5. Segure a sua família. Neste campo, o mais importante é ter um fundo de emergência – no caso de acontecer algum imprevisto, terá sempre dinheiro guardado. Para além disso, e principalmente se for casado e se tiver filhos, é fundamental ter um seguro de vida e logo que possível, elaborar o seu testamento. Se quiser, pode ainda ir mais longe – existem mil e um seguros para o proteger: para o recheio da casa, para o seu computador pessoal, para quem aluga a sua habitação… procure o mais adequado para si e mantenha a sua família segura.
  6. Elimine e evite as dívidas. Se tiver empréstimos, cartões de crédito ou outras dívidas, é necessário elaborar um plano para eliminá-las! Faça uma lista de todas as suas dívidas, colocando as mais baixas no topo da lista e as mais avultadas no final. A partir daqui, concentre-se na liquidação da primeira dívida, nem que seja pôr de lado mais €30 | R$72 (claro que se puder ser mais, tanto melhor!) do que aquele que habitualmente gasta todos os meses para cobrir essa dívida. Quando conseguir eliminar essa primeira dívida, festeje! Depois, passe para a próxima e continue a colocar de parte o extra da dívida anterior, aumentando-o se possível. E, claro, assim sucessivamente até chegar ao final da lista. Este processo é bastante moroso, mas necessário e, claro, extremamente gratificante!
  7. Utilize o "sistema do envelope". Este é um sistema simples, que lhe permite controlar o dinheiro que tem, efectivamente, para gastar. Imaginemos que, todos os meses quando recebe o ordenado, o seu orçamento está dividido em três "fatias": uma para as compras de supermercado, uma para o gás e outra para comer fora. Levante o dinheiro correspondente a cada fatia, guardando-o em três envelopes distintos – será muito mais fácil controlar o que gasta, saber quanto resta e quando gastar tudo, saberá imediatamente! O ideal é não deixar esvaziar os envelopes mas, se isso acontecer com frequência, talvez esteja na altura de rever o seu orçamento.
  8. Pague as suas contas na hora. Mal receba as contas da água, da luz ou do telefone pague-as… não espere pela data limite, pode já não ter dinheiro nessa altura e é assim que se começa a acumular dívidas! Em alternativa, autorize o débito directo para estas contas, sendo o banco a tratar de tudo automaticamente e sempre nas datas exigidas. Aqui já não haverá esquecimentos!
  9. Informe-se. Pesquise e leia tudo o que puder sobre finanças pessoais e como melhorá-las! Não precisa de ser um especialista de Wall Street, mas só tem a ganhar com a aquisição deste género de informação, ou seja, quanto mais educado estiver sobre o assunto, melhor estarão as suas finanças!  
  10. Aumente o seu rendimento. Isto pode ser feito de várias formas: aumente o seu vencimento, reduza as suas dívidas, aumente as suas poupanças ou tudo isto em conjunto! Procure novas formas de ganhar dinheiro – faça trabalho de freelancer ou dedique-se a uma promoção no emprego. A palavra-chave aqui é "dedicação", depois é ver as suas contas bancárias a crescer e isso é maravilhoso!
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10 dicas para investir o 13º salário

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O 13º salário deve injetar R$ 158 bilhões na economia brasileira até final de dezembro de 2014, segundo previsões do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Com a liberação da 1ª parcela do 13º salário, algumas pessoas começam a ter dúvidas com relação ao valor que se receberá e o que é melhor fazer com esse montante. Sendo assim, Wagner Pagliato, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), colabora com 10 orientações de como funciona o recebimento e as opções de investimento:

1 - As pessoas que entraram na empresa após o dia 15/01/2014 receberão o 13º proporcional aos meses trabalhados, ou seja, o salário dividido por 12, multiplicado pela quantidade de meses trabalhados.

2 - O valor recebido até 30/11, ou outro dia do mês de novembro, é conhecido como adiantamento do 13º salário, que é igual à metade do salário recebido no mês anterior ou, quando admitido após 15/01, do salário proporcional,  sem desconto do Imposto de Renda e do INSS.

3 - A segunda parcela, paga geralmente até o dia 20 de dezembro, toma como base o salário do próprio mês de dezembro. Nesse caso, é preciso descontar do salário bruto o INSS e o Imposto de Renda incidentes sobre o salário bruto total, descontando-se, em seguida, o valor do adiantamento do 13º já pago.

4 - Quem recebe comissões e horas extras deverá incluir uma média dessas remunerações ao cálculo do 13º salário. Em janeiro, essas pessoas devem receber a parcela do 13º correspondente às comissões e horas extras de dezembro.

5 - Devemos em primeiro lugar liquidar dívidas, pois, o maior ganho está sempre em negociar e liquidá-las, porque não existe investimento que supere juros, principalmente de cartão de crédito e cheque especial.

6 - Após liquidar as dívidas, temos que pensar no Imposto de Renda, pois quem tem imposto retido durante o ano poderá no próximo ano restituir ou pagar valor adicional. Desta forma, uma parte do 13º pode ser aplicada em um plano de previdência privada PGBL e a dedução somente poderá ser feita no modelo completo de declaração. O próprio programa da Receita calcula o limite de 12% sobre a renda tributável. Desta forma, aumenta o valor da restituição ou reduz o imposto a pagar.

7 - O valor pode ser utilizado também para aplicação em outros investimentos, dependendo do prazo de necessidade do dinheiro, como caderneta de poupança, fundos de renda fixa ou até mesmo renda variável.

8 - Parte do 13º salário também pode ser utilizada na compra dos presentes de final de ano, pois, com dinheiro na mão, é sempre mais fácil negociar descontos nos preços dos produtos.

9 - O tema "investimento" deve estar sempre presente no seu dia a dia, e não somente quando se fala em 13º. Hoje em dia existe fácil acesso a muitas fontes de informação sobre os melhores investimentos disponíveis no mercado.

10 - Tenha sempre uma reserva de emergência, para ser utilizada em caso de desemprego ou problemas de saúde. Emergências acontecem e nossa tendência é pensar nelas apenas quando elas passam a fazer parte de nossa realidade.

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12 de agosto de 2014

Dez características do fisioterapeuta de sucesso

Sha

O que o mercado espera hoje do que se conhece por "profissional de sucesso"? E quem é este? Que se espera dele? Melhor ainda: quais características identificam o profissional de sucesso?

Algo que achei interessante foi uma lista de características que o profissional da Era da Informação deve ter:

1. Domínio de idiomas e informática

A importância do domínio de idiomas e de conhecimentos (ao menos básicos) de informática não é nenhuma novidade.

Há muitos anos que já ouvimos as pessoas falarem como a computação chegou para ficar, bem como sobre o quão globalizado o mundo está se tornando e, portanto, um profissional que não fala a língua mundial não pode ser considerado um profissional de sucesso.

Como profissional da área de computação, falar sobre tecnologia para mim não é problema, mas observo que, para muitas pessoas, ainda hoje é: observo estudantes universitários que, apesar de acessar computadores em LAN houses para conversar, jogar ou ler e-mails, não conseguem usá-lo também na elaboração e diagramação de um trabalho, por exemplo, ou na criação de uma planilha para controle de custos.

Percebo então que o problema aqui não é quanto a somente facilitar o acesso, pois vemos pessoas que possuem acesso facilitado mais que não usam adequadamente. O que falta é um estímulo, que muitas vezes deveria partir de dentro da pessoa para fora, para buscar conhecer um pouco mais sobre como essas ferramentas tecnológicas podem ser interessantes em seu dia-a-dia, principalmente no trabalho.

Ah, e antes que eu me esqueça: quando falamos de domínio de idiomas, falamos não somente das línguas estrangeiras, mas também da própria língua nativa – há pessoas que conseguem comunicar-se muito bem em inglês, mas cometem grandes gafes em português, o que mancha completamente sua imagem de bom profissional.

2. Aptidão para trabalho em equipe

O profissional que pensa que pode sentar-se à sua mesa e trabalhar sozinho, fazendo suas tarefas, sem se importar sobre como estão indo as tarefas dos demais possui o perfil do profissional egoísta e individualista que está sendo descartado pelas empresas.

Se você somente pensa em cumprir o seu papel independente do que está acontecendo na empresa, pode ser o atual responsável pela ruína da mesma sem ao menos saber disso! É necessário compreender não somente a sua tarefa, mas os produtos e serviços da empresa como um todo, preocupando-se com como cada parte relaciona-se com as demais.

Trabalhar em equipe não se restringe mais às grandes corporações com gigantescas equipes para pesquisa e elaboração de produtos. Esse trabalho em equipe surgiu também entre pessoas de departamentos diferentes.

Algumas empresas têm descoberto, inclusive, que "trabalhar em equipe" com seus concorrentes também pode lhe oferecer benefícios! Pense nisso.

3. Perfil questionador

Quando você passa a questionar você passa a não mais aceitar as coisas simplesmente pelo "como elas são", passa a querer compreender o porquê de serem daquela forma e, assim sendo, pode encontrar formas de contribuir com o desenvolvimento do processo.

Após a Revolução Industrial, o profissional esperado pela indústria era o "operário burro", não no sentido de sua inteligência real, mas no fato de que suas opiniões e sugestões muitas vezes não importavam, sendo somente a sua força física requerida em sua tarefa.

Com o crescimento da importância da informação que esta tem adquirido, bem como daqueles que lidam com ela e sua experiência nessas atividades, aquele que questiona não mais é considerado um chato, alguém que somente aborrece. Passa a ser alguém fomentador de críticas capaz de ajudar a repensar os processos empregados na empresa.

4. Vida familiar e profissional bem estruturadas e em "boa convivência"

Este é um ponto crítico. Muitas vezes para se conseguir o "respeito profissional", para fazer a nossa marca, sacrificamos e muito diversos aspectos de nossa vida familiar. Entretanto isto não é o que as empresas querem, pois elas sabem que muitas vezes os problemas que os empregados possuem em casa, com suas famílias, acabam indo com eles até o local de trabalho, dificultando assim que o mesmo exerça suas atividades plenamente.

Sendo assim, evite levar conflitos de casa para o trabalho e vice-versa e busque sempre tomar as decisões familiares realmente em família por meio de uma discussão entre todos os membros interessados, evitando assim os problemas que surgem quando se toma uma decisão sem consultar os demais que, mesmo sendo boa profissionalmente, pode prejudicar seu relacionamento social.

5. Em aprendizado constante

O verdadeiro profissional do futuro nunca está satisfeito com o que sabe, sempre espera aprender mais, aperfeiçoar-se, tornar-se um profissional melhor do que é hoje ou do que foi ontem.

Várias são as ferramentas que este tipo de profissional pode usar: desde leitura de livros, sites e revistas especializadas a cursos de curta ou média duração durante o período de férias. Vale tudo para garantir que estamos contribuindo para avançar ainda mais nossas capacidades!

É importante lembrar que podemos considerar aqui não somente o desenvolvimento das habilidades que nossa atual atividade exige, mas também aquelas de áreas relacionadas, a fim de melhor compreender as atividades daqueles que interagem conosco e, assim sendo, desenvolver um melhor convívio e trabalho em equipe.

6. Equilíbrio de suas emoções

Por melhor que seja o profissional, se ele possui um temperamento instável, a empresa pode temer não poder contar com ele em momentos de tensão e stress, como os que ocorrem em negociações de novos serviços ou em processos de desenvolvimento de certos produtos.

Saiba manter o bom humor – como já dissemos, evite levar os problemas de casa para o trabalho.

Não saber lidar positivamente suas emoções pode ser o que o separa de uma promoção para um cargo com salário melhor.

7. Boa eloqüência

Aqui está mais uma característica que nem todos cultivam em seu dia-a-dia: a sua capacidade de retórica, de expressar-se bem diante de outras pessoas, de convencer por meio da palavra.

Não são somente os políticos, vendedores e "marketeiros" que precisam ter uma boa eloqüência – todos os profissionais necessitam, de uma forma ou de outra, comunicar-se e expressar idéias em algum momento de sua atividades a outra pessoa.

Tomemos como exemplo o caso do professor: se ele não for bastante eloqüente, o aluno pode não ser convencido de sua convicção quanto à veracidade das informações que ele apresenta, o que poderá deixá-lo em dúvida se está aprendendo realmente de forma correta ou não. Se por outro lado o professor é eloqüente, consegue passar uma maior confiança ao aluno, que sente-se mais seguro sobre o que aprendeu.

8. Manutenção de um ambiente estimulador

Outro ponto importante, tanto quanto o trabalho em equipe, é a manutenção de um ambiente de trabalho que seja agradável e estimule o bom trabalho de todos.

Quando esse ambiente torna-se tenso e desagradável, todos passam a trabalhar desconfiados, irritados e buscam exercer suas atividades individualmente, o que pode levar ao fracasso de toda a companhia!

Por outro lado, quando todos cultivam um ambiente agradável e realmente estimulador, todos ficam felizes, sentem-se mais à vontade para discutirem, cooperarem e apresentarem sugestões. A comunicação é mais fluida e, desta forma, o conhecimento consegue circular melhor.

9. Agilidade para tomada de decisões

Aqui entra a importância da pró-atividade, isto é, a capacidade que um indivíduo possui de ter alguma iniciativa, de tomar alguma decisão mediante os fatos sem a necessidade de intervenção de terceiros.

Uma tomada de decisões de forma rápida pode ser o que separa o sucesso de um projeto do total fracasso por negligência ou aparente despreocupação com o que está em jogo.

Um profissional que possua todas as características anteriores é um bom profissional, mas não poderá ser considerado um bom líder (uma característica hoje muito procurada nos profissionais, mesmo que não ocupe cargos de gestão ou liderança de equipes), uma vez que a tomada de decisões faz parte de seu dia-a-dia.

10. Responsável pelo seu próprio desenvolvimento

E por fim, o profissional do futuro sabe que não deve esperar que a empresa cuide de guiá-lo pelo melhor caminho a fim de conseguir alcançar seus objetivos. Ela sabe que não deve ficar a mercê da empresa para o "traçado" de seu plano de carreiras, bem como a busca de promoções.

Se você é esse tipo de profissional você sabe que quem espera sentado, por isso, está perdendo seu tempo, pois o aperfeiçoamento e a busca pela "profissionalização" deve partir de quem é o mais interessado nisso tudo: o próprio profissional.

Se você, como profissional, busca investir de seu próprio bolso e tempo para conseguir realizar cursos, adquirir novo conteúdo ou fortalecer a sua rede de contatos profissionais, não se preocupe que a empresa em algum momento perceberá isso e lhe dará o seu devido valor.

Além do mais, caso isso não aconteça, com certeza há uma outra empresa disposta a lhe oferecer melhores condições e salários tendo em vista quão excelente profissional você é
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19 de março de 2013

Faça seu planejamento profissional!


A cada ano que se passa fica a impressão de uma etapa concluída. Etapa, esta, que faz parte do ciclo da vida. A busca por bons fluídos e boas perspectivas traz energias positivas para o auxílio no alcance dos novos desafios. Pois então, porque não trabalhar desta mesma forma na sua vida profissional e renová-la com a entrada do ano novo? Faça uma retrospectiva e saiba que mais importante que participações e opiniões alheias são os resultados alcançados com os conhecimentos que você adquiriu. O que passou, passou e serviu como aprendizado. Faça uma lista com as suas pretensões, em que estágio deseja estar em cada momento do ano novo.

Planeje o que deve ser utilizado neste período para o auxílio no alcance destes estágios, inclua cursos, treinamentos, livros, seminários, etc. A estrutura do seu perfil profissional e o crescimento em sua carreira seguem a regra 70 X 30, ou seja, 70% se fazem pela sua dedicação e 30% pelos recursos que lhe são oferecidos para seu desenvolvimento. Anote as suas metas e periodicamente consulte para saber como está o desenrolar de seus planos. Entre as anotações coloque pontos realmente desafiadores, algo que dependa da sua expertise e conhecimento para agregar valor.

Analise o ambiente, faça um planejamento, alinhe com suas expectativas, revise, execute com dedicação e confiança. Assim com atitudes comuns, porém bem estruturadas, surgirão aos poucos mudanças que gerarão impactos positivos em sua carreira e aprimorará sua visibilidade no seu relacionamento profissional. Pense nisto. Faça do seu ano novo mais uma etapa de renovações tanto pessoais como profissionais, busque ações que agreguem valor à sua pessoa e dê mais qualidade em sua vida.


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5 de fevereiro de 2013

Seis segredos para trabalhar menos e conseguir mais resultados


Homem pedra esforço trabalho (Foto: Shutter Stock)

O famoso ditado menos é mais parece ser o lema que ajuda inovadores a conseguirem grandes resultados. Ao menos é o que indicam alguns cases famosos que mostram que grandes inovações foram obtidas por pessoas ou empresas que decidiram subtrair pequenos detalhes em processos ou produtos que causavam algum ruíno e atrapalhavam a quebra de barreiras.

A revista americana Harvard Business Review analisou alguns desses cases e, a partir deles, listou seis regras de ouro que ajudam a eliminar de qualquer processo coisas em excesso, dispensáveis, perigosas, confusas ou difíceis de usar, que podem brecar a inovação. Confira:

1 - O que não é pode muitas vezes superar o que é

Como em uma obra de arte, o que está implícito é, em muitas situações, tão ou mais importante do que o que está evidente. Um exemplo foi a estratégia adotada pela Scion, divisão criada pela Toyota nos Estados Unidos para desenvolver modelos especificamente voltados para o público jovem. A marca criou um modelo de carro pequeno e propositalmente simples, sem muitos dos acessórios que normalmente acompanham um veículo saído da fábrica. A ideia era que os consumidores da geração Y investissem para adicionar novos acessórios e personalizar o automóvel. Foi um sucesso. Não pelo carro em si, mas pelo que foi deixado de fora e todas as possibilidades decorrentes disso.

2 - As regras mais simples criam as melhores experiências
Engajamento e ordem  não precisam de uma estrutura hierárquica rígida e cheia de controles para serem obtidos. Um ou dois acordos vitais, geralmente implícitos, são capazes de fazer todo mundo entender e se sentir responsável por algo. Os limites são definidos pelo contexto social. Exemplo disso foi a criação de um espaço compartilhado na Exhibition Road, em Londres, durante os Jogos Olímpicos de 2012. Carros, pedestres, ciclistas e mesas dos cafés podiam utilizar o espaço da rua tendo como única regra respeitar ao máximo os mais vulneráveis. O resultado foi um fluxo constante de pessoas mais cuidadosas e com metade do número normal de acidentes.

3. Limitar informações estimula a imaginação
A sabedoria tradicional diz que para ser bem-sucedida uma ideia deve ser concreta e completa. Mas muitas das coisas que engajam as pessoas não têm essa clareza. Um exemplo é um comercial da marca de chocolates americana Cadbury, que mostra um homem vestido de gorila sentado em uma bateria durante a gravação de uma música do cantor Phil Collins. O comercial tem um minuto e meio de duração, mas apenas 4 segundos do filme fazem referência ao chocolate. O restante da ação é focada na cena com o gorila. Ainda assim, a mensagem foi bem compreendida pelo publico. As vendas da marca de chocolate aumentaram 10% na época e a propaganda foi vista mais de 7 milhões de vezes no YouTube.

4. A criatividade prospera sob restrições inteligentes
Na década de 90, um laborátório da Nasa recebeu a difícil missão de criar uma alternativa mais barata, rápida e eficiente de exploração espacial. O que parecia impossível trouxe um resultado espetacular. Eles criaram um robô que pudesse coletar dados científicos em menos da metade do tempo necessário para planejamento de uma missão espacial tradicional, com uma equipe menor e dentro do orçamento. A arte e a criatividade, muitas vezes, podem surgir da limitação.

5. A inovação requer uma ruptura com o convencional
Um empreendedor norte-americano conseguiu tornar um negócio inusitado em um sucesso nacional. Em meio aos problemas do sistema de saúde nos Estados Unidos, ele criou um consultório médico para pessoas saudáveis, oferecendo serviços como vacinação, fisioterapia e exames médicos. A empresa chamou a atenção pelos preços baixos, atendimento sem horário marcado e pelo ambiente saudável. O resultado foi tão positivo que já estão sendo abertas franquias em todo o país.

6. Fazer algo nem sempre é melhor do que não fazer nada
Para inovar é necessário fazer uma pausa no trabalho árduo. A neurociência confirma que a capacidade de fazer conexões entre coisas diferentes e, a partir disso, criar algo novo, está diretamente ligada à quietude da mente. A meditação, por exemplo, é uma das formas que ajudam a preparar melhor o cérebro para insights criativos, tirando todo o ruído da mente. O presidente da Oracle, Larry Ellison, pratica meditação e pede para os seus executivos fazerem o mesmo. O Google colocou um curso de meditaçao à disposição dos funcionários. E muitas outras empresas conhecidas pela inovação também possuem praticantes da meditação entre seus principais líderes.

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8 de janeiro de 2013

A importânicia do cartão de visita no relacionamento profissional




O cartão de visita é um dos itens mais importantes em um contato profissional. Para os orientais, o valor do cartão de visitas é tão expressivo que o recebimento dele é feito com as duas mãos. É por meio dele que a pessoa do profissional e a empresa que ele representa iniciam uma interação que lhes oferece a possibilidade de serem conhecidos pelo outro.

Ensina o velho e sábio ditado que: "a primeira impressão é a que fica". Portanto, ao se fazer uso do cartão, é necessário que algumas regras básicas devam ser observadas.

Antes de tudo, não se deve esquecer que o cartão de visita é um material promocional que identifica uma pessoa e uma empresa. Ele reflete a identidade e a imagem corporativa da empresa, razão pela qual é considerado como uma ferramenta de grande valia para o profissional. Não fosse por muitas razões, bastaria pensar em seu pragmatismo: ele torna viável a ocorrência de contatos posteriores.

Em atenção a essas características, alguns cuidados devem ser tomados, que vão desde a confecção até a entrega em mãos.

O ideal é que o cartão seja confeccionado em uma gráfica. Devem ser evitadas impressões caseiras, pois o tipo de papel usado e a impressão de qualidade são essenciais para refletir uma boa imagem impressa.

Para que se alcance o sucesso em um primeiro contato e se possa ser lembrado de forma positiva, é essencial saber entregar e receber um cartão de visita. Esse pequeno pedaço de papel tem a força de um "ritual de saudação" no mundo dos negócios, quando ele informa ao interlocutor: quem é o profissional que ali se apresenta o que esse profissional faz e como pode ser encontrado posteriormente.

O visual do cartão deve ser o mais limpo possível, contendo informações objetivas, na exata medida do que precisa ser comunicado. Deve ser confeccionado, preferencialmente, em cor clara e com pouca imagem, para que não ocorra uma confusão visual e o seu conteúdo se torne de difícil compreensão.

A objetividade e a clareza do que se quer comunicar devem conter o nome completo de quem se apresenta sua profissão ou cargo, além de outros dados profissionais, incluindo o nome da empresa e seu logotipo, o endereço físico, telefone corporativo, fax, e-mail, endereço do site e, se for o caso, pode-se incluir o número de um telefone celular.

Indica-se que o único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o nome do profissional é o logotipo da empresa. Há, ainda, a possibilidade de ser acrescido um slogan ou frase curta que evidencie algum diferencial.

Todas as informações deverão estar sempre atualizadas. Ocorrendo mudanças de telefones, e-mails ou cargo, é preciso providenciar a confecção de novo cartão, pois não é nada elegante entregar um cartão rasurado ou com dados inadequados.

Importante lembrar que, frequentemente, os grandes negócios são fechados pessoalmente e, neste momento, é fundamental estar com seu cartão de visita atualizado.

O cartão deverá ser entregue, sem ansiedade, virado de frente para quem o recebe, o que facilita sua leitura. Dobrar a ponta caiu em desuso. Em geral, esta entrega é feita no início da conversação, quando as pessoas ainda não se conhecem. É prática comum, em reuniões, deixar o cartão à vista para facilitar a memorização do nome do profissional com quem se está mantendo uma troca de informações. Caso o encontro seja informal, o melhor a fazer é trocar os cartões na saída.

É mais cortês entregar o cartão do que pedir o cartão do outro. Quando se recebe um cartão, é indicado que seja lido com atenção, buscando memorizar o nome do profissional ali escrito antes de guardá-lo, para demonstrar o interesse e poder chamá-lo pelo nome. Para evitar que possam se amassar ou sujar é conveniente que os cartões sejam carregados em porta cartões e que fiquem em locais de fácil acesso.

Ao se apresentar sem um cartão de visita, o profissional corre o risco de comprometer a sua credibilidade, oferecendo uma imagem que poderia ser interpretada como desleixo e falta de organização.

Por essa razão, considera-se fundamental o hábito de usar esta ferramenta: o cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado.

Por Bruno de Souza

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