19 de março de 2013

Faça seu planejamento profissional!


A cada ano que se passa fica a impressão de uma etapa concluída. Etapa, esta, que faz parte do ciclo da vida. A busca por bons fluídos e boas perspectivas traz energias positivas para o auxílio no alcance dos novos desafios. Pois então, porque não trabalhar desta mesma forma na sua vida profissional e renová-la com a entrada do ano novo? Faça uma retrospectiva e saiba que mais importante que participações e opiniões alheias são os resultados alcançados com os conhecimentos que você adquiriu. O que passou, passou e serviu como aprendizado. Faça uma lista com as suas pretensões, em que estágio deseja estar em cada momento do ano novo.

Planeje o que deve ser utilizado neste período para o auxílio no alcance destes estágios, inclua cursos, treinamentos, livros, seminários, etc. A estrutura do seu perfil profissional e o crescimento em sua carreira seguem a regra 70 X 30, ou seja, 70% se fazem pela sua dedicação e 30% pelos recursos que lhe são oferecidos para seu desenvolvimento. Anote as suas metas e periodicamente consulte para saber como está o desenrolar de seus planos. Entre as anotações coloque pontos realmente desafiadores, algo que dependa da sua expertise e conhecimento para agregar valor.

Analise o ambiente, faça um planejamento, alinhe com suas expectativas, revise, execute com dedicação e confiança. Assim com atitudes comuns, porém bem estruturadas, surgirão aos poucos mudanças que gerarão impactos positivos em sua carreira e aprimorará sua visibilidade no seu relacionamento profissional. Pense nisto. Faça do seu ano novo mais uma etapa de renovações tanto pessoais como profissionais, busque ações que agreguem valor à sua pessoa e dê mais qualidade em sua vida.


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5 de fevereiro de 2013

Seis segredos para trabalhar menos e conseguir mais resultados


Homem pedra esforço trabalho (Foto: Shutter Stock)

O famoso ditado menos é mais parece ser o lema que ajuda inovadores a conseguirem grandes resultados. Ao menos é o que indicam alguns cases famosos que mostram que grandes inovações foram obtidas por pessoas ou empresas que decidiram subtrair pequenos detalhes em processos ou produtos que causavam algum ruíno e atrapalhavam a quebra de barreiras.

A revista americana Harvard Business Review analisou alguns desses cases e, a partir deles, listou seis regras de ouro que ajudam a eliminar de qualquer processo coisas em excesso, dispensáveis, perigosas, confusas ou difíceis de usar, que podem brecar a inovação. Confira:

1 - O que não é pode muitas vezes superar o que é

Como em uma obra de arte, o que está implícito é, em muitas situações, tão ou mais importante do que o que está evidente. Um exemplo foi a estratégia adotada pela Scion, divisão criada pela Toyota nos Estados Unidos para desenvolver modelos especificamente voltados para o público jovem. A marca criou um modelo de carro pequeno e propositalmente simples, sem muitos dos acessórios que normalmente acompanham um veículo saído da fábrica. A ideia era que os consumidores da geração Y investissem para adicionar novos acessórios e personalizar o automóvel. Foi um sucesso. Não pelo carro em si, mas pelo que foi deixado de fora e todas as possibilidades decorrentes disso.

2 - As regras mais simples criam as melhores experiências
Engajamento e ordem  não precisam de uma estrutura hierárquica rígida e cheia de controles para serem obtidos. Um ou dois acordos vitais, geralmente implícitos, são capazes de fazer todo mundo entender e se sentir responsável por algo. Os limites são definidos pelo contexto social. Exemplo disso foi a criação de um espaço compartilhado na Exhibition Road, em Londres, durante os Jogos Olímpicos de 2012. Carros, pedestres, ciclistas e mesas dos cafés podiam utilizar o espaço da rua tendo como única regra respeitar ao máximo os mais vulneráveis. O resultado foi um fluxo constante de pessoas mais cuidadosas e com metade do número normal de acidentes.

3. Limitar informações estimula a imaginação
A sabedoria tradicional diz que para ser bem-sucedida uma ideia deve ser concreta e completa. Mas muitas das coisas que engajam as pessoas não têm essa clareza. Um exemplo é um comercial da marca de chocolates americana Cadbury, que mostra um homem vestido de gorila sentado em uma bateria durante a gravação de uma música do cantor Phil Collins. O comercial tem um minuto e meio de duração, mas apenas 4 segundos do filme fazem referência ao chocolate. O restante da ação é focada na cena com o gorila. Ainda assim, a mensagem foi bem compreendida pelo publico. As vendas da marca de chocolate aumentaram 10% na época e a propaganda foi vista mais de 7 milhões de vezes no YouTube.

4. A criatividade prospera sob restrições inteligentes
Na década de 90, um laborátório da Nasa recebeu a difícil missão de criar uma alternativa mais barata, rápida e eficiente de exploração espacial. O que parecia impossível trouxe um resultado espetacular. Eles criaram um robô que pudesse coletar dados científicos em menos da metade do tempo necessário para planejamento de uma missão espacial tradicional, com uma equipe menor e dentro do orçamento. A arte e a criatividade, muitas vezes, podem surgir da limitação.

5. A inovação requer uma ruptura com o convencional
Um empreendedor norte-americano conseguiu tornar um negócio inusitado em um sucesso nacional. Em meio aos problemas do sistema de saúde nos Estados Unidos, ele criou um consultório médico para pessoas saudáveis, oferecendo serviços como vacinação, fisioterapia e exames médicos. A empresa chamou a atenção pelos preços baixos, atendimento sem horário marcado e pelo ambiente saudável. O resultado foi tão positivo que já estão sendo abertas franquias em todo o país.

6. Fazer algo nem sempre é melhor do que não fazer nada
Para inovar é necessário fazer uma pausa no trabalho árduo. A neurociência confirma que a capacidade de fazer conexões entre coisas diferentes e, a partir disso, criar algo novo, está diretamente ligada à quietude da mente. A meditação, por exemplo, é uma das formas que ajudam a preparar melhor o cérebro para insights criativos, tirando todo o ruído da mente. O presidente da Oracle, Larry Ellison, pratica meditação e pede para os seus executivos fazerem o mesmo. O Google colocou um curso de meditaçao à disposição dos funcionários. E muitas outras empresas conhecidas pela inovação também possuem praticantes da meditação entre seus principais líderes.

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8 de janeiro de 2013

A importânicia do cartão de visita no relacionamento profissional




O cartão de visita é um dos itens mais importantes em um contato profissional. Para os orientais, o valor do cartão de visitas é tão expressivo que o recebimento dele é feito com as duas mãos. É por meio dele que a pessoa do profissional e a empresa que ele representa iniciam uma interação que lhes oferece a possibilidade de serem conhecidos pelo outro.

Ensina o velho e sábio ditado que: "a primeira impressão é a que fica". Portanto, ao se fazer uso do cartão, é necessário que algumas regras básicas devam ser observadas.

Antes de tudo, não se deve esquecer que o cartão de visita é um material promocional que identifica uma pessoa e uma empresa. Ele reflete a identidade e a imagem corporativa da empresa, razão pela qual é considerado como uma ferramenta de grande valia para o profissional. Não fosse por muitas razões, bastaria pensar em seu pragmatismo: ele torna viável a ocorrência de contatos posteriores.

Em atenção a essas características, alguns cuidados devem ser tomados, que vão desde a confecção até a entrega em mãos.

O ideal é que o cartão seja confeccionado em uma gráfica. Devem ser evitadas impressões caseiras, pois o tipo de papel usado e a impressão de qualidade são essenciais para refletir uma boa imagem impressa.

Para que se alcance o sucesso em um primeiro contato e se possa ser lembrado de forma positiva, é essencial saber entregar e receber um cartão de visita. Esse pequeno pedaço de papel tem a força de um "ritual de saudação" no mundo dos negócios, quando ele informa ao interlocutor: quem é o profissional que ali se apresenta o que esse profissional faz e como pode ser encontrado posteriormente.

O visual do cartão deve ser o mais limpo possível, contendo informações objetivas, na exata medida do que precisa ser comunicado. Deve ser confeccionado, preferencialmente, em cor clara e com pouca imagem, para que não ocorra uma confusão visual e o seu conteúdo se torne de difícil compreensão.

A objetividade e a clareza do que se quer comunicar devem conter o nome completo de quem se apresenta sua profissão ou cargo, além de outros dados profissionais, incluindo o nome da empresa e seu logotipo, o endereço físico, telefone corporativo, fax, e-mail, endereço do site e, se for o caso, pode-se incluir o número de um telefone celular.

Indica-se que o único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o nome do profissional é o logotipo da empresa. Há, ainda, a possibilidade de ser acrescido um slogan ou frase curta que evidencie algum diferencial.

Todas as informações deverão estar sempre atualizadas. Ocorrendo mudanças de telefones, e-mails ou cargo, é preciso providenciar a confecção de novo cartão, pois não é nada elegante entregar um cartão rasurado ou com dados inadequados.

Importante lembrar que, frequentemente, os grandes negócios são fechados pessoalmente e, neste momento, é fundamental estar com seu cartão de visita atualizado.

O cartão deverá ser entregue, sem ansiedade, virado de frente para quem o recebe, o que facilita sua leitura. Dobrar a ponta caiu em desuso. Em geral, esta entrega é feita no início da conversação, quando as pessoas ainda não se conhecem. É prática comum, em reuniões, deixar o cartão à vista para facilitar a memorização do nome do profissional com quem se está mantendo uma troca de informações. Caso o encontro seja informal, o melhor a fazer é trocar os cartões na saída.

É mais cortês entregar o cartão do que pedir o cartão do outro. Quando se recebe um cartão, é indicado que seja lido com atenção, buscando memorizar o nome do profissional ali escrito antes de guardá-lo, para demonstrar o interesse e poder chamá-lo pelo nome. Para evitar que possam se amassar ou sujar é conveniente que os cartões sejam carregados em porta cartões e que fiquem em locais de fácil acesso.

Ao se apresentar sem um cartão de visita, o profissional corre o risco de comprometer a sua credibilidade, oferecendo uma imagem que poderia ser interpretada como desleixo e falta de organização.

Por essa razão, considera-se fundamental o hábito de usar esta ferramenta: o cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado.

Por Bruno de Souza

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13 de novembro de 2012

Como montar meu próprio consultório de Fisioterapia


Para lhe dar essa dica, criei uma lista de produtos e acessórios por especialidade, confira abaixo o Projeto de ORTOPEDIA e algumas dicas de Marketing:

Caso sua área de atuação na Fisioterapia ou Estética não esteja entre as postadas, faça seu comentário, vou tentar atender sua necessidade.

Seu 1º passo é refletir e responder as 03 perguntas abaixo, que lhe darão certeza da decisão a tomar. Bom empreendimento e boa $orte! Nós estamos com você!

1 - Neste local existe mercado para empreender um consultório de Fisioterapia?

2 - Qual será o nível de concorrência que vou enfrentar?

3 - Quanto preciso produzir para o Consultório ser viável?

(*) faça simulações com número de Paciente / dia, multiplicado pelo seu honorário

Projeto Básico – Consultório de Fisioterapia em ORTOPEDIA

MATERIAL PERMANENTE

01 Divã para exames clínicos de madeira de Lei

01 Escadinha para divã em madeira

01 Mesa auxiliar com gavetas e rodízios em madeira

01 Barra de Ling – Espaldar (desmontada)

03 Rolos posicionadores de espuma revestidos em courvim: peq / méd / gde

02 Cunhas de espuma revestidas em courvim: peq / gde

01 Cadeira de rodas

01 Aparelho/ Banho  de Parafina de mesa

01 Aparelho de Ultra-Som 01 e 03 MHz

01 Eletroestimulador Tens / Fes com 02 canais

01 Negatoscópio 01 corpo em madeira envernizada

01 Kit completo de 06 faixas elásticas "Carci Band" – (amarelo, rosa; verde; azul; roxo; prata; laranja)

01 Kit completo de tubos elásticos "elasflex": (vermelho; verde e Azul – já com alças de apoio)

01 Tábua de propriocepção redonda

01 Tábua de propriocepção retangular

02 Bolas de Pilates: tamanhos 65 e 75cm

01 Kit com 03 pares de tornozeleiras / caneleiras: 01 kg; 02 kg; 03 kg

01 kit com 03 pares de halteres emborrachados: 01 kg; 02 kg; 03 kg

01 Balancim

01 Balança digital para avaliação

01 Exercitador Balance Disc

MATERIAL DE CONSUMO

01 Galão de gel 5 k

01 rolo de lençol descartável

02 Bolsas para compressas de gel

01 caixa de luva descartável

04 Bolinhas crespas com 10 cm

04 kg de parafina

04 Eletrodos de silicone para eletro-estimulação

TOTAL ESTIMADO = R$ 6.300,00
06 x R$ 1.050,00

Fonte
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1 de agosto de 2012

Coaching: uma ferramenta para alcançar seus objetivos

Coaching é um modelo de atendimento feito pelo coach (profissional) com o coachee (cliente), com números de encontros pré-definidos, que normalmente variam de dez a doze sessões. Esse modelo pode ser presencial ou à distancia (através da internet). O objetivo é contribuir para que o coachee tenha excelência no alcance de suas metas desejadas de curto, médio e longo prazo. O foco está sempre no presente e no futuro do cliente, deixando questões do passado de fora desse modelo de trabalho. 

Durante o processo o coachee terá melhor percepção das suas próprias competências que já estão desenvolvidas (pontos fortes); as que devem ser desenvolvidas (pontos frágeis); e ainda há o reconhecimento daquilo que deve ser superado para que se possa avançar livre de amarras do passado e a adequação dessas competências para que se possam criar boas estratégias que poderão ser seguidas para o alcance das metas.  

Função do coach

O coach - termo que vem do inglês treinador - atua com ferramentas efetivas para ajudar seu coachee a ter sucesso naquilo que busca, seja ao transmitir informação técnica ou motivacional. Com isso, ajuda a encorajar seu cliente a seguir em frente, obtendo resultados satisfatórios nos seus objetivos. O coach contribui para que a ação do seu coachee seja coerente com sua intenção, evitando a sabotagem de seus próprios planos e o desvio do foco principal de atenção e ação. Consequentemente, a reformulação de metas e enquadramento pode se fazer necessária. As decisões têm como base a criação de um plano de ação "ecológico" - que cuide não apenas de si mesmo, mas com todos - a todos que possam estar envolvidos. 

A cada encontro são dadas tarefas com objetivos específicos de motivação e avanço na direção do objetivo.

Processo

 É comum fazer uma avaliação da vida em geral, pois as metas dificilmente são isoladas e sem relação com o todo. Um dos modelos usados é a roda da vida. E, com essa observação, é possível "mapear" como as coisas estão agora para que seja montada uma estratégia de como chegar onde se quer.

A cada encontro são dadas tarefas com objetivos específicos de motivação e avanço na direção do objetivo. O coach conduz as reuniões com perguntas pertinentes que direcionam o coachee a pensar no caminho eficaz de ação e sucesso. 

Você também pode pensar sobre seus objetivos de forma eficaz. Algumas pessoas sabem o que não querem para vida, mas isso não é suficiente. E muitas vezes a formulação do que se quer pode fazer toda a diferença entre quem tem sucesso e quem não tem. Seguem algumas dicas:

1) As metas devem ser expressadas de forma positiva;

2) É importante especificar o objetivo a ser alcançado;

3) Pense nas consequências de suas ações, feitas no presente, para a realização do seu sonho. Pense no que isso terá reflexo na sua vida e nas vidas das pessoas que estão ao seu redor;

4) Você é quem determina como, quando e onde avaliar as evidências de que está caminhando em direção ao que quer. Assim poderá mensurar as consequências de suas ações, recebendo feedbacks precisos e, se for necessário, redirecionando as estratégias criadas;

5) Liste os recursos necessários para o sucesso

6) Trace seu plano de ação para obter o que deseja 

Então, você poderá pensar com carinho sobre quais são seus sonhos, suas paixões, o que te faz vibrar, o que te deixa motivado e o que é importante para você. Sucesso nas estratégias que criar. Aproveite o caminho e desfrute do sucesso. Até breve! 

Fonte: Minha vida

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27 de julho de 2012

Fisioterapeutas também querem ser incluídos no Supersimples

A conselheira do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 8ª Região (Coffito), Marlene Izidro Vieira, disse há pouco que as clínicas de fisioterapia não conseguem sobreviver com os impostos atuais e precisam ser enquadradas no Supersimples. “Uma clínica não consegue sobreviver se ficar só com um paciente por horário”, afirmou. Segundo ela, hoje as clínicas é que tem de fazer outros serviços, alugar salas, para poder existir. “Qual a diferença entre um fisioterapeuta e um contador? Se os contadores estão no Simples Nacional, por que o profissional de saúde não deve estar?”, perguntou Marlene Vieira. Ela afirmou que as clínicas recebem dos planos de saúde R$ 7 bruto por paciente. Segundo a representante da Federação Nacional das Associações de Prestadores de Serviços de Fisioterapia (Fenafisio) Isabela Alvares dos Santos as academias pagam, só de impostos federais, 11,33% da receita bruta. Com o Supersimples, esse percentual cairia para 6%. “Não é mais um pedido para obter lucro, mas é uma necessidade premente”, disse. Elas participam de audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio para inclusão de novas atividades econômicas no Simples Nacional (ou Supersimples). O debate foi proposto pelo deputado Guilherme Campos (PSD-SP). A audiência prossegue no Plenário 5. Fonte: camara.gov.br
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11 de julho de 2012

Como deve ser a formação do Fisioterapeuta

O Fisioterapeuta é  um profissional de nível superior, legalmente habilitado ao exercício e a responsabilidade técnica  em Fisioterapia  e Reabilitação, atuando aplicado a diversas áreas clínicas, como neurologia, neuropediatria, pneumologia, traumatologia e ortopedia; ginecologia e obstetrícia, cardiologia, intensivismo (UTI) à veterinária e etc.

Este profissional é habilitado a construção do Diagnóstico Cinesiológico Funcional, segundo a legislação e utiliza esta ferramenta para desenvolver seu plano de trabalho terapêutico.

Na sua formação é importante a obtenção de um conhecimento generalístico em saúde, sendo necessário o curso de disciplinas relacionadas  aos conhecimentos   de disciplinas de Clínica Médica ( semiologia , fisiopatologia, neurologia, pediatria, cardiologia,pneumologia e etc) e sua correlação com a prática fisioterapêutica. O Fisioterapeuta estuda em média cinco anos em bancos universitários.

As disciplinas envolvem a  Anatomia, Fisiologia Humana, Patologia Geral, Patologia de Órgãos e Sistemas, Semiologia (Avaliação do Paciente), Radiologia Aplicada, Cinesiologia Clínica, (Estudo do Movimento Humano e suas implicações Clínico-Funcionais), Cinesioterapia ,Reeducação Funcional, Eletroterapia, Termoterapia, Laserterapia.

 

O Fisioterapeuta se dedica para a melhora ou re-estabelecimento da função. A funcionalidade dos aparelhos locomotor respiratório  e outros sistemas funcionais  humanos é  a meta do profissional. Para isso conhecimentos sobre a fisiologia, fisiopatologia e a clínica do movimento humano; desenvolvimento e habilidades motoras e técnicas específicas de reabilitação são necessárias.

 

Quando se fala em movimento humano o contexto envolvente não só alude o ato de caminhar ou elevar um braço, mas também o simples ato de ficar em pé (equilíbrio estático); ou mesmo sentar ou deitar. Isso porque Movimento Humano também equivale ao simples respirar (mecânica ventilatória), contração dos ventrículos cardíacos em ritimos e intensidades variáveis; equivale as alterações de diâmetros de brônquios e vasos sanguíneos; ou batimento de cílios das vias respiratórias que mantém hígidos os pulmões;  equivale ao  fluxo  de íons e axoplasma nos tecidos que controlam todas as funções do corpo. Corpo que em situ precisa estar em  movimento, mesmo que para erguer-se, respirar, reproduzir, parir,  trabalhar ou  se alimentar.

 

Áreas de Conhecìmento  do Fisioterapêuta:  Conhecimentos  ministrados ao longo da formação do Fisioterapêuta

Fisioterapia Clínica

Eletroterapia

Laserterapia

Fisiologia  Humana

Anatomia Humana

Semiologia

Fisiologia do Exercício

Fisiopatologia

Cinesiologia : Movimento Humano

Neurociências

Neurologia e Neuropediatria

Cardiologia

Pediatria

Ergonomia

Biofísica

Física

Bioquímica

Microbiologia e Imunologia

Patologia

Psicomotricidade

Psicologia

Reabilitação Pulmonar

Reabilitação Cardiovascular

Radiologia

Facilitação Neuromuscular Propioceptiva

Hidroterapia ou Fisioterapia Aquática

Manipulação Articular

Massoterapia

Mobilização Neural

Croquetagem Mioaponeurótica

Biofeedback  e Incontinência Urinária

Biofeedback  e  Problemas Respiratórios Diversas Áreas...

Pós Graduação em Fisioterapia ( Especialização , Mestrado e Doutorado)

 

Fisioterapia em UTI (intensivismo)

Fisioterapia Cardiovascular

Fisioterapia Traumato-ortopédica

Fisioterapia Desportiva

Fisiologia do Exercício

Cinesiologia

Manipulação Articular : Osteopatia e Quiropraxia

Fisioterapia Pneumofuncional

Fisioterapia Neurofuncional

Fisioterapia em Cirurgia Geral

Fisioterapia Geriátrica e Gerontológica

Reeducação Postural Global (RPG)

Reeducação Funcional

Hidroterapia ou Fisioterapia Aquática

Ergonomia

Saúde Pública

Saúde do Trabalho

Acupuntura

Psicomotricidade Clínica

Fisioterapia Uroginecológica (Biofeedback ENMG)

Fisioterapia Dermato Funcional (Fisioterapia Estética)

Facilitação Neuromuscular Propioceptiva  (Método Kabat)

Clínica Médica ( Mestrado para Não Médicos)
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25 de maio de 2012

O marketing pessoal e a fisioterapia


Há um certo preconceito generalizado quanto ao termo marketing pessoal. Muitos vêem a prática como auto-promoção e adoção de posturas artificiais.

O marketing pessoal, entretanto, é nada mais que o cuidado com a imagem pessoal. Quantas vezes você achou que estava causando uma boa impressão e quando teve um feedback viu que, pelo contrário, causou uma péssima impressão? Quantas vezes você quis se expressar de uma forma, mas na hora H, acabou sendo vítima da insegurança e da timidez e não se manifestou da forma como gostaria? Quantas vezes você ouviu de pessoas íntimas, colegas de trabalho, chefes, críticas de comportamentos e atitudes que você jamais imaginou que tinha ou que fossem, de alguma forma, negativos?

O objetivo principal do marketing pessoal é aumentar o autoconhecimento e tornar a pessoa consciente da forma como se manifesta para que possa manter a sua imagem pessoal e profissional positiva. O autoconhecimento mostrará a realidade, ou seja, como você está se manifestando de fato, e não como você acha que está interagindo. Tornará evidentes os pontos falhos na apresentação pessoal, focos de insegurança, como também os pontos fortes.

Trabalhando com o marketing pessoal, a pessoa passa a ficar mais atenta e consciente de sua manifestação, podendo identificar falhas no momento em que elas ocorrem e até podendo corrigi-las a tempo. A última etapa é organizar um plano de desenvolvimento, com base no diagnóstico feito na fase do autoconhecimento. A pessoa então, planeja a melhora dos pontos falhos, por exemplo, se sente-se extremamente insegura ao falar em público e isso prejudica sua vida profissional, ela pode planejar um curso de oratória ou teatro.

Não valorizar a imagem pessoal é negligenciar os resultados que se obtêm resultantes dela. Há uma frase de Ralph Waldo Emerson que exprime bem a importância dos cuidados com a imagem: O que você é ecoa tão alto em meus ouvidos que não consigo ouvir o que diz. Ou seja, se você tem alguma insegurança, ou há alguma falha em sua apresentação pessoal, não importa o que você diga, ou artificialmente tente demonstrar o que você é ficara evidente, principalmente através da comunicação não verbal, a linguagem corporal e inúmeros outros detalhes que, principalmente em relações profissionais, que tendem a ser delicadas e altamente suscetíveis às aparências, são importantíssimos.

Autor: Fran Christy
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